30 de jan de 2008

Pra não cair na rotina


Tenho que me policiar durante o dia, durante a semana, durante o mês, durante o ano para não tornar-me uma máquina trivial que apenas trabalha, estuda, vai pra casa e dorme, trabalha, estuda, vai pra casa e dorme...
Penso que, corro o risco de perder o sentido da vida. Tenho meus sonhos e planos, mas na tentativa de alcançá-los acabo por imergir num mundo subversivo e sem propósitos.
Procuro recolocar minha mente em algo que valha a pena meditar. Gosto de ler porque me dá a impressão que ao menos estou cultivando alguma coisa em meu espírito.
Acho que o tempo, pelo menos pra mim, é um grande inimigo. Ainda não aprendi a domá-lo. Sei que posso usá-lo a meu favor em detrimento de sua opressão sobre mim. Mas ainda não consegui subjuga-lo. E não gosto dessa sensação de escravidão.
Tento fugir dos convites que o mundo fútil me oferece. Convite à banalização do espírito. Convite à passividade egoísta de uma pós-modernidade que prega a alienação à realidade última da vida.
Quero ser um ponto nesse Universo mais relevante para o contexto em que estou inserido. Quero poder marcar a vida das pessoas que tenham contato comigo. Mesmo na caminhada de um dia, de uma semana, de um mês, de um ano quero poder transparecer a vitalidade de uma nova criatura. Um ser nascido não da carne, mas do Espírito. Não posso digerir uma rotina insossa que não gere frutos e não resplandeça na escuridade das pessoas que tem fome de Deus.
Peço ajuda do Pai para que não me permita viver uma vida indigna da vida do Seu Filho Jesus enquanto homem. Quero pautar-me nas observanças e exemplos do Mestre e poder dizer que sou Seu seguidor, Seu discípulo pra não cair na rotina e esquecer que já não vivo eu, mas, Cristo vive em mim...

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