11 de jul de 2008

A exemplo dos gays e dos bêbados...

Ouvi dizer que um pastor chamado Flávio, do Rio de Janeiro, falou que os gays conseguem realizar o evento “Desfile de Gays” com mais sucesso que os cristãos na “Marcha para Jesus” porque os gays vivem o homossexualismo, e os cristãos não vivem o evangelho. Possuímos autoridade naquilo que vivemos. Quando, como cristãos, praticarmos a Palavra de Deus como os gays praticam o homossexualismo; seremos bem-sucedidos naquilo que realizamos como Corpo de Cristo.

Creio que o que falei acima pode explicar um pouco sobre uma maior força que um bar tem para puxar um “decepcionado com a vida” para encher a cara; do que uma congregação para puxar as pessoas para ouvir o evangelho. No bar, ninguém precisa colocar uma máscara de “tudo bem”; mas, em uma congregação, talvez precise colocar uma máscara para se sentir aceito.

Sem dúvida, um culto de domingo á noite com pessoas cantando é mais elegante que um bar com os bêbados. Mas, quem será que está com mais “força” para puxar outros? É certo de que Deus é simples e se encontra no meio dos Seus que O clamam em nome de Cristo, mas a questão que trato é sobre autoridade para liberar a luz eterna sobre as trevas.

Estamos vivendo em uma época sem avivamento. Devemos fazer algo que o fogo do Senhor alastre nas cidades. As congregações devem ter mais “força” que bares. Então, para começar, devemos tirar as nossas máscaras e reconhecer que estamos vazios como, talvez, um cara que entra em um bar para beber...

Estou cansada de me perguntar por que a intensidade da glória de Deus é pequenina nas maiorias dos cultos de hoje. Sinceramente, admiro os irmãos preciosos que não ligam para este tipo de coisas e afirmam que Deus age nas coisas simples. Creio também desta forma; mas, falando uma verdade, gosto de... coisas quentes e quentes...

Se não pararmos com as nossas hipocrisias para reconhecermos que somos pobres, cegos e nus diante de Deus, não há como buscarmos mais de Deus. Se acharmos que está tudo bem conosco em nossas zonas de conforto, em nossas congregações, ministérios, trabalhos; se estivermos acomodados até com os nossos pecados escondidos, nunca avançaremos como deseja.

Quero contar um fato que observei a falta da glória de Deus em minha vida. Sou uma moça ainda; e, às vezes, homens na rua tentam mexer comigo. Houve um avivalista que se chamava Charles Finney. Uma vez, ele visitou uma fábrica e só de ele olhar para uma pessoa, ela começou a chorar e como também as outras pessoas naquele lugar. Sem dúvida, Charles era muito mais cheio de Deus que eu...

Coloquemos os nossos pés no chão. Já que a intensidade da Glória não está conosco como na época do Charles Finney; vamos nos esvaziar e clamar para que Ele nos ajude a vivermos as verdades dos céus e que muitos perdidos sejam salvos em Cristo. Não podemos continuar somente cantando “Aleluias”, sem procurarmos nos endireitar em Cristo, enquanto as drogas e as demais coisas do mundo continuam levando pessoas á morte. Oh Deus, ajude-nos a vivermos como Cristo viveu!

Oh Deus, queime-nos com o calor das Suas lágrimas.

Lídya Minori Shikanai [na comu do orkut Cristianismo Pagão]

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