25 de ago de 2008

A Grande Queda da Igreja

As igrejas existentes precisam tomar uma decisão histórica: ignorar a Revolução e continuar vivendo como de costume, investir energia na luta contra a Revolução como um avanço não-bíblico, ou procurar meios de reter a sua identidade enquanto colabora com a Revolução como um símbolo de unidade e ministério genuínos. Minha pesquisa atual sugere que esta última abordagem será a menos comum.

Para aquelas congregações cujos líderes decidirem ignorar ou lutar contra a Revolução, as consequências são previsíveis. Uma porcentagem deles será gravemente prejudicada pelo êxodo de indivíduos - embora possam ser apenas algumas pessoas deixando uma já pequena congregação. Outras igrejas continuarão como se nada de novo estivesse acontecendo no mundo da fé. Todavia, cada igreja, sem levar em conta sua resposta pública à Revolução, sentirá pressão interna e externa cada vez maior no sentido de encarar o ministério com mais seriedade e fixar-se na visão de Deus para a existência da congregação.

Haverá uma redução no número de igrejas, como presentemente configuradas (isto é, ministérios formatados para a congregação). A frequência aos serviços da igreja diminuirá, à medida que os cristãos dedicarem seu tempo a um leque maior de eventos espirituais. As doações às igrejas serão reduzidas porque milhares de crentes investirão seu dinheiro em outros empreendimentos ministeriais. A influência política e cultural já limitada das igrejas irá diminuir ainda mais, ao mesmo tempo em que os cristãos vão exercer maior influência mediante mecanismos distintos. Um número menor de programas da igreja será mantido em comparação com mais experiências comunais entre cristãos.

Menos clérigos profissionais receberão de suas igrejas um salário com o qual possam sustentar-se. Haverá cortes nas denominações e executivos serão liberados de seus deveres, à medida que suas diretorias tentam compreender e impedir a hemorragia.

Para alguns, isto parecerá a Grande Queda da Igreja. Para os revolucionários, será o Grande Despertamento da Igreja. Novos cenários não significam desordem e dissipação. Neste caso, eles representam um novo dia em que a Igreja poderá ser realmente a Igreja - diferente daquela que conhecemos hoje; porém, mais responsável e espelhando mais a Deus.

George Barna em Revolução. Págs.116, 117, 118. A importância da Revolução.

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